Ensaio. . .



~ Sábado, Agosto 23, 2008
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alo vc alo brasil!
chegando!
italia, campea mundial de fudebol
~ Sexta-feira, Agosto 22, 2008
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. . .sobre o temor

Nos ocidentais não sabemos quem é Deus propriamente dito, sabemos que Ele existe e que numa visão geral se resume a uma forma de energia superior responsável por criar a tudo e a todos, mas nos é impedido saber quem de fato é Deus, como Ele é, que formas ele possui, que sentimentos tem, se é como nos ou se é um ser divino incapaz de possuir inperfeições, nos não sabemos quem é Deus, como ele é, do que é capaz e onde Ele está. Aos mais fanaticos, acalmem-se, notem o uso de letras capitais e vejam que aqui não se está questionando sua crença e dando um viva aos ateus, a esses um breve pedido de desculpa. É relevante pensar como os orientais, não como aqueles que não acreditam no criacionismo e sim no evolucionismo, deixemos isso para uma outra hora, atemo-nos no criacionismo. O que é o criacionismo oriental, são aquleas religiões consideradas como mitológicas, onde vários deuses existem e são cultuados. E antes que ataquem, defendo, a intenção de saber o que é melhor, politeismo ou monoteismo, agora também se flagra irrilevante, não é o principal agora. O ponto de toda discussão após tantos rodeios, é o fato do nosso Deus ser tão distante de nos humanos, diferente dos deuses antigos, antes sempre presentes e interagindo de forma direta com os humanos. O ponto da interaçao Divino-Homem é o causador de tamanha divagação, devemos pensar se a fraqueza moral dos ocidentais não mora nessa perda. A figura de Zeus, Afrodite, Ares, entre outros, suas fraquezas, forças e sanções eram conhecidas pelos antigos, caso Zeus tivesse uma ordem descomprida ele tacaria raios na Terra, caso Ares fosse desrpeitado, o exercito seria derrotado, suas interaçoes eram latentes e perceptiveis, com o nascituro dos ditos Herois, filhos de divinos com mortais, e a caça de perfeitos e belos mortais por divinos, o contato era perceptivel. Levando isso para o lado prático, divaguemos sobre os olimpicos, nada mais são do que a busca feita pelo mortais para se equipararem aos divnos, o melhor mortal se equipara a um divino, já que estes sabem como é a perfeiçao suprema, ela é conhecida e tangível. Trazendo toda essa tomada ao mundo contemporâneo, podemos raciocinar a partir do pensamento do sociologo Michel Foucault em seu celebre titulo, Vigiar e Punir, onde a tese abordada ratifica que para os homens se comportarem e obedecerem as regras, um panótipo deve ser criado e se manter sempre presente e austero. Somando todas essas ideias chegaremos a um denomidor cartesiano, onde é lógico defender a tese de que por nos ocidentais desconhecemos nosso Deus, desconhecemos sua forma, origem e sanção, olhamos para o alto e em volta e nao vemos o nosso panótipo, Deus está muito longe e se encontra desconhecido, por isso burlar as leis primárias é tão banal, não temos medo da sanção, ela nos é desconhecida e pode ser considerada como fator responsável por tantas dificuldades em se viver em sociedade.
~ Sexta-feira, Agosto 01, 2008
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. . .sobre o ser

O ser, enquanto ser. Uma bela frase pensada e proferida há muitos anos, uma racionalização sobre a necessidade do homem se conhecer. Mas, divaguemos sobre essa necessidade, onde ela reside? Não, ela não dentro de cada um de nos, e sim de forma latente é imposta pela sociedade. Dento de nossas mentes somos aquilo que queremos, somos tudo aquilo que desejamos ser e quando queremos nos convencemos até daquilo que não é real. Logo, quem diz para nos o que somos? Não, não é um simples espelho, nosso espelho assim como nossa mente, pode ser convencida daquilo que nossa mente mais deseja, por isso ele não é de confiança.

Depois de definir que o ser que somos não eh mostrado por nossos espelhos e nem concretizados por nos mesmo, pensemos como age essa força latente presente na sociedade.

Vivendo em sociedade, somos sempre requisitados e testados por aqueles que vivem ao nosso redor, e os mais próximos e possuidores de confiança, acabam por nos mostrar quem realmente somos.

Desse modo, por esta divagção entende-se que o que somos e as alterações que sofremos enquanto ser, está baseada na nossa vivência e relação com aqueles mais próximos. O dever ser, é aquilo que nos tornamos ao descobirmos que estamos olhando apenas para o espelho convencido.
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